Nem sempre a vida nos sorri, é verdade. Quantas e quantas vezes, ela acorda tristonha e assim permanece? Quantas e quantas vezes, nos aborrecemos por ver que a vida não anda, nem desanda, e não muda aquela cara triste que insiste em manter? Quantas e quantas vezes não dizemos “ Raios partam a minha vida”, e damos um pontapé zangado no primeiro objecto que nos aparece? E quando paralelamente à vida que acorda tristonha, também nós acordamos com um humor daqueles, em que refilamos com tudo e todos, não sorrimos para ninguém, pomo-nos carrancudos e com cara de que toda a gente nos deve e ninguém nos paga. Fechamos as portas do nosso mundo, e enclausuramo-nos envoltos numa infelicidade muitas vezes inexplicável e sem qualquer fundamento para existir. Já não é só a vida que está cinzenta, também nós estamos cinzentos. E cinzento com cinzento dá um cinzento mais escuro. Não pode ser! Porque se paralelamente à vida que acorda tristonha, se nós acordarmos felizes e sorridentes, cheios de força e energia para lutar contra este mundo e o outro, e se enfrentarmos os problemas com optimismo, a vida vai ficar cheia de inveja por nós estarmos coloridos, e muda logo de cara. Põe o maior sorriso que tens.

“Se a vida não sorrir para ti, sorri tu para ela.”

 


Olho para tudo e tudo me faz chorar, deixas-me mudo ja não posso mais falar, sei que estás confusa mas isso é normal.
Já te disse o que sentia agora é a tua vez.
Deixa-me voar, quero sair daqui, quero estar noutro lugar, em ti estou seguro, onde daqui nao vou sair. Não te quero enganar, sentia-me tão bem, não suporto ver-te assim sentes-te culpada.
Tenho que dizer que tudo em ti é especial, uma página rasgada e arrancada pelo vento, não penso em mais nada.


Eu acredito que tudo o fazemos tem uma consequência na nossa vida, que tudo que dás, um dia receberás de volta. Então, se sorrires para a vida... só poderás esperar que a vida te sorria.


I love your friendship without contrasts*